Ana Carvalho Centro de Estudos de Gestão do Instituto Superior Técnico (CEGIST)
7 abril 2027 | 10h00
Será que, antes de chegar às nossas mãos, uma garrafa de vidro viaja e transforma-se muito? De onde será que vêm as coisas que usamos todos os dias? E o que lhes acontece depois de as usarmos? E será possível encontrarmos soluções para pôr o planeta a “trabalhar menos” e ser mais saudável?
No dia 7 de fevereiro de 2027, às 10h, ao vivo no Técnico – campus Alameda, teremos connosco Ana Carvalho, professora do Instituto Superior Técnico e investigadora no Centro de Estudos de Gestão do Instituto Superior Técnico (CEGIST), que vai guiar-nos pelas respostas a estas perguntas.
Ana Carvalho é professora associada no Instituto Superior Técnico, Universidade de Lisboa. Obteve o seu doutoramento em Engenharia Química em 2009 pelo Instituto Superior Técnico, em colaboração com a Universidade Técnica da Dinamarca. Fundou e é atualmente a investigadora principal do SUSTAINS — SUSTainable solutions and Assessment for cIrcular economy Systems, um grupo dedicado à investigação sobre práticas de sustentabilidade numa perspetiva de economia circular e ferramentas de avaliação da sustentabilidade, realizando investigação teórica e prática em três temas principais: 1) Desenvolvimento de soluções sustentáveis para operações e cadeias de abastecimento orientadas para sistemas de economia circular; 2) Avaliação económica, ambiental e social através de metodologias de Análise do Ciclo de Vida; e 3) Desenvolvimento de ferramentas de apoio à decisão para a implementação e monitorização da sustentabilidade.
Publicou mais de 90 artigos em revistas com revisão por pares e em conferências internacionais indexadas na Scopus. Foi coordenadora do desenvolvimento do novo Plano Nacional para a Economia Circular (PAEC), apoiado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), e é atualmente coordenadora do projeto ISLANDS (Implementação de um Desenvolvimento Sustentável com Baixo Consumo de Produtos Químicos e Sem Produtos Químicos nos Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento), financiado pelo Programa das Nações Unidas para o Ambiente (~2 milhões de euros).